Duarte Nogueira participa de reunião do Governo Estadual sobre o agravamento da Covid-19 em SP

618 prefeitos e prefeitas participaram da reunião, que ocorreu por videoconferência nesta terça-feira (2)

Duarte Nogueira (PSDB) - Foto: Antonio Gonzaga

O prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), participou de uma reunião do Governo Estadual, nesta terça-feira (2), onde o assunto discutido foi o agravamento da Covid-19 em todo o Estado paulista.

Além de Nogueira, outros 618 prefeitos e prefeitas participaram da reunião, que ocorreu por videoconferência. Os Secretários de Estado Marco Vinholi (Desenvolvimento Regional), Jean Gorintcheyn (Saúde) e Patricia Ellen (Desenvolvimento Econômico) e os Coordenadores do Centro de Contingência, Paulo Menezes e João Gabbardo também estiveram presentes no encontro virtual.

“As duas piores semanas desde o início da pandemia estão por vir, nós temos que estar preparados. Não podemos estar ausentes, indiferentes, tratarmos isso com frieza ou debaixo de pressões que não sejam exclusivamente pela proteção à vida”, disse Doria.

O Governador reforçou que a situação atual no estado é alarmante e que Estado e Prefeituras precisam de ações coordenadas para preservar vidas e reduzir a pressão sobre a capacidade hospitalar do SUS e também de hospitais privados.

“Esta é a prioridade absoluta em SP. Queremos mostrar a todos a situação real e as ações que precisamos tomar agora em conjunto com as Prefeituras”, afirmou Doria.

O Presidente da APM (Associação Paulista de Municípios), Fred Guidone, formalizou em carta o apoio “às medidas estruturais de combate à pandemia adotadas pelo Plano SP” e reconheceu o “esforço de Governador e Prefeitos” no enfrentamento da crise sanitária. A APM também ressaltou a “inércia do Governo Federal em adotar atitudes eficazes e ações eficientes em âmbito nacional”.

O Governo do Estado reforçou aos Prefeitos que São Paulo possui 7.415 pacientes internados em UTIs, número recorde desde o início da pandemia. “Se não aplicarmos medidas mais restritivas, teremos onze dias até um colapso em nosso sistema de atendimento hospitalar”, disse o Secretário da Saúde.

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