Quem vai ao litoral deve se vacinar contra a febre amarela, diz Secretaria de Saúde

Instituto Adolfo Lutz registrou uma morte por causa da doença em Caraguatatuba; vacina faz efeito após dez dias

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Vacinação – Rovena Rosa/Arquivo Agência Brasil

A Secretaria Municipal da Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, alerta a população de Ribeirão Preto que pretende viajar para o litoral ou Baixada Santista no feriado de 15 de novembro para a vacinação contra febre amarela, pelo menos dez dias antes da viagem. Esse é o tempo que a vacina leva para fazer efeito e proteger contra a doença.

Segundo o Departamento, a recomendação é necessária por causa da morte de um homem de 26 anos, registrada pelo Instituto Adof Lutz na última segunda-feira (5), na região rural de Caraguatatuba, litoral norte do Estado de São Paulo.

A coordenadora do Programa de Imunização da pasta, Mayra Fernanda de Oliveira, explica que, além dessa região onde foi constatado o óbito pela doença, a vacina está indicada para todos os municípios do Estado e alerta para as pessoas se vacinarem.

“A orientação é para as pessoas que irão viajar para essa região, para as pessoas que permanecerão na cidade, precisam tomar uma dose da vacina, mas ficar atento quem irá viajar para o litoral, a vacina leva em torno de dez dias para fazer efeito de proteção contra a doença”, alerta.

A coordenadora lembra, ainda, que uma única dose da vacina imuniza a pessoa para a vida inteira.

“Antes a recomendação era a vacinação de dez em dez anos, mas isso mudou. Quem tomou uma dose está protegido pelo resto da vida. Para quem não tem certeza se tomou ou não, pode procurar se informar em uma das 36 salas de vacinas de Ribeirão, no site da Prefeitura ou pelo aplicativo ‘Saúde Digital’”, orienta Mayra Fernanda.

A contraindicação da vacina contra febre amarela é para gestantes, pessoas com alergia aos componentes da vacina e acometidas por problemas no sistema imunológico, como portadores de câncer em tratamento, aids, entre outros. Essas pessoas devem buscar orientação com seus médicos.

Ribeirão Preto não registra caso de febre amarela desde 2016.

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