Deputados federais de Ribeirão discordam sobre a PEC do voto impresso

A medida foi rejeitada por 218 votos não e 229 sim; Ricardo Silva (PSB) votou favorável e Baleia Rossi (MDB) contrário

Deputados durante sessão na Câmara - Foto: Divulgação

Os deputados federais de Ribeirão Preto tiveram posições divergentes na votação, desta terça-feira (11), da PEC do voto impresso. Isso porque Ricardo Silva (PSB) sinalizou favorável à medida, enquanto Baleia Rossi (MDB) votou contra.

A medida foi rejeitada por um placar de 218 votos não e 229 sim. Para que fosse aprovada, era necessário que acompanhassem de maneira favorável a proposta três quintos dos parlamentares, ou seja, 308 deputados.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de Ricardo Silva para que ele justificasse sua posição. Em nota, obteve como resposta que o pessebista sempre foi à favor das urnas, mas que também é aberto a avanços e que agora o assunto se tornou um monstro devido aos ânimos que estão acirrados.

“O deputado federal Ricardo Silva sempre defendeu as urnas eletrônicas. É inegável os avanços que a tecnologia trouxe para as eleições. Porém, Ricardo também sempre foi aberto a possíveis avanços de segurança nesse sistema. Vários partidos de esquerda aprovaram, em outras épocas, projetos que permitem a impressão do voto e inserção em urna, sem contato manual, mantendo a apuração eletrônica, mantendo o mesmo voto eletrônico”, diz o texto.

O grupo Thathi também entrou em contato com a assessoria de Rossi e até o momento não obteve resposta. Em caso de retorno a matéria será atualizada. O emedebista, que ocupa a presidência da sigla a qual está filiado, votou contrário à medida, enquanto isso, o partido ficou divido entre 10 votos sim e 15 não.

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