Polícia Civil deflagra operação contra o PCC e cumpre mandados judiciais em Ribeirão

Ao todo foram cumpridos seis mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão em várias cidades de São Paulo

Viatura da Polícia Militar - Foto: Lúcio Mendes

A Polícia Civil, com apoio do Centro de Inteligência da Delegacia Seccional de Ribeirão Preto deflagrou, nesta quarta-feira (11), a Operação Codinome contra integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) acusados dos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ao todo foram cumpridos seis mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão.

As ações foram realizadas nas cidades de Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, São Paulo, Boituva e Caraguatatuba. Já a operação recebe este nome devido ao termo de identificação utilizado pelos suspeitos.

Isso porque, conforme as investigações, os integrantes da organização criminosa usavam nomes fictícios para que não fossem identificados. Conforme informações da polícia, os líderes são dois empresários que moram em apartamentos de luxo localizados no Centro de São Bernardo do Campo e no Parque São Lucas, em São Paulo.

Sendo assim, ações de busca e apreensão estão foram realizadas nas residências dos chefes, bem como em suas empresas localizadas em Caraguatatuba e em São Bernardo.

O grupo responderá pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Conforme o delegado Gustavo André Alves, do setor de inteligência do Deinter de Ribeirão, a organização criminosa explorava o tráfico nos bairros Quitino, Simioni de Ribeirão. Além disso, durante as investigações um morador da cidade do interior foi preso.

Investigações

Os criminosos mantinham o esquema em diversas regiões do estado de São Paulo, sendo elas o interior, capital e litoral. Entre os pontos de venda de drogas estão as cidades de Ribeirão Preto, São Paulo, Mairiporã, Cananéia, Praia Grande, Laranjal Paulista e Itapetininga.

As apurações ainda calculam que o lucro semanal obtido por meio das ações criminosas, chegam a aproximadamente R$200 mil. O total era dividido proporcionalmente para cada integrante conforme a função que ocupavam no esquema.

Duas pessoas prestavam auxílio ao grupo e foram identificados. Eles lavam o dinheiro obtido com a venda de drogas.

Há um tempo um dos investigados foi preso enquanto transportava entorpecentes em seu veículo até Itapetininga.

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