Para quem fez um “gato” de TV a cabo, cuidado: a polícia federal reiniciou,pelo Mato Grosso, o combate à pirataria

Operação 404 cumpriu quatro mandados de busca e apreensão

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira, 2/06, nova fase da Operação 404, com o objetivo de combater a pirataria digital, reprimindo a prática dos crimes de exploração clandestina de atividade de telecomunicação e violação de direitos autorais.

Nesta fase, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Sinop/MT, Sorriso/MT e Alta Floresta/MT, expedidos pela Justiça Federal de Sinop/MT. A finalidade é apreender equipamentos eletrônicos utilizados para a transmissão ilegal de canais de televisão, além de reunir provas para a conclusão das investigações.

Segundo o que já se apurou, as pessoas que foram objeto desta medida cautelar são suspeitas de fornecer aos usuários, mediante pagamento, o acesso ilegal de conteúdo audiovisual de TVs por assinatura (tecnologia IPTV) e também o serviço de revenda de painel, no qual o adquirente passa a ser um fornecedor de serviços de acesso de IPTV, tudo através de equipamentos eletrônicos com acesso à internet.

A operação é oriunda de trabalhos investigativos sob a coordenação da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça (Laboratório de Operações Cibernéticas), que conta com o apoio da Embaixada dos Estados Unidos e do Departamento de Justiça do Reino Unido, tendo sido deflagrada em três fases, nos anos de 2019, 2020 e 2021, pela Polícia Civil, nas quais foram cumpridos mais de 60 mandados de busca e apreensão em diversos estados da federação.

Dados da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) indicam que a pirataria digital causa prejuízos de mais de 15 bilhões para a indústria audiovisual no país.

A operação faz referência ao código de resposta do protocolo HTTP para indicar que a página não foi encontrada ou está indisponível. Essa é uma das principais ações da operação: tornar indisponíveis os serviços criminosos que violam os direitos autorais das vítimas.

Fonte: Polícia Federal

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