Samanta Nogueira é cotada para Ministério do Meio Ambiente e confirma que aceitaria convite

Em telefonema ao Grupo Thathi de Comunicação, a advogada e também primeira-dama de Ribeirão Preto disse que foi mencionada por "trabalhar pensando em desenvolvimento e proteção ao mesmo tempo"

A primeira-dama de Ribeirão Preto, Samanta Pineda Nogueira, é uma das opções para assumir o Ministério do Meio Ambiente no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Procurada pelo Grupo Thathi de Comunicação, a esposa do prefeito Duarte Nogueira (PSDB) confirmou a informação e revelou que aceitaria o posto, caso seja realmente convidada.

Em telefonema à reportagem, a advogada que tem experiência na área socioambiental disse que o nome dela foi citado pelo fato de trabalhar pensando em desenvolvimento e proteção ao mesmo tempo. “É justamente isso que o presidente Bolsonaro deseja. Alguém que pense nos dois aspectos, priorizando a desburocratização dos processos ambientais”, completou.

Há 20 anos, Samanta trabalha no setor e, desde 2006, presta assessoria jurídica para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), também conhecida como bancada ruralista. Segundo ela, a indicação para o ministério teria sido feita justamente por membros dessa bancada.

Além do relacionamento com os ruralistas, também colaborou para o novo Código Florestal Brasileiro, iniciado em 2008 e aprovado em 2012.

Questionada, a peemedebista declarou que a atuação em Brasília faria bem à cidade de Ribeirão Preto como um todo, e não ao governo do marido Duarte Nogueira especificamente. “Ribeirão elegeu pouquíssimos nomes no cenário nacional, por isso, é muito importante que tenhamos alguém ao lado do executivo”.

Em outubro, a advogada chegou a se candidatar ao cargo de deputada federal, quando recebeu cerca de 45 mil votos, mas não foi eleita.

Atualmente, Samanta é a responsável pelo Fundo de Solidariedade de Ribeirão Preto e gerencia um escritório de advocacia em Curitiba (PR).

O presidente eleito Jair Bolsonaro, por enquanto, não citou a lista de nomes cotados para o Ministério do Meio Ambiente. A pasta dos Direitos Humanos também aguarda por definição.

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