Polêmica sobre a segunda dose de reforço das vacinas da Covid

Em Israel, um estudo descobriu que a 4ª dose da vacina pode aumentar o número de anticorpos em 5 vezes

gov.br

O debate sobre a aplicação da 4ª dose da vacina de COVID no Brasil provoca, mais uma vez, polêmica.

O Ministério da Saúde orienta aplicar a 4ª dose só em imunossuprimidos. Apesar da diretriz, o Mato Grosso do Sul começou as aplicações em idosos e profissionais de saúde nesta quarta-feira (9).

No mesmo dia, o governador de São Paulo, João Agripino Dória, afirmou que o estado aplicará a 4ª dose em toda a população. Paralelo a isso, os estados de Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Acre também avaliam iniciar a aplicação da quarta dose.

O que o resto do mundo pensa sobre a 4ª dose da vacina?

Uma pesquisa envolvendo cientistas do Reino Unido, EUA e França indicou que 40% das pessoas imunocomprometidas geraram menos anticorpos que pessoas saudáveis após duas doses de vacina, justificando a necessidade de reforços.

Já em Israel, um estudo descobriu que a 4ª dose da vacina pode aumentar o número de anticorpos em 5 vezes.

A lógica seria, na opinião de médicos e cientistas, que a aplicação da segunda dose de reforço manteria a imunidade de indivíduos com sistema imune comprometido por mais tempo.

E para a população geral?

Por enquanto, a maioria dos especialistas afirma não haver evidências suficientes para a recomendação para a população saudável. Ao que tudo indica, o debate está vivo, mas precisa de estudos mais aprofundados.

Informações: The News

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