PM é preso por estupro e lesão corporal contra garota de programa

Homem foi detido em flagrante, numa casa noturna, na noite desta quinta-feira (27), em São Carlos

Foto: Viatura da Polícia Militar - Foto: Lúcio Mendes

Um  policial militar foi preso acusado de estupro e lesão corporal contra duas garotas de programa, na noite desta quinta-feira (27), em São Carlos. A vítima acionou agentes da Polícia Militar, após o agressor tentar forçar um procedimento indesejado durante relação sexual. 

De acordo com informações da polícia, o homem, 36, mora em Leme e trabalha na cidade de Araras, mas teria ido até a casa noturna com outros dois amigos, na rua Fagundes Varela, no bairro Jardim Mercedes, após terminarem um serviço de entrega de churrasqueiras. 

No local, o militar decidiu pagar por um programa com uma prostituta, 26, porém, durante o ato sexual, o homem tentou por três vezes introduzir o dedo no anus da garota, que recusou e tentou encerrar o encontro, devido à insistência. 

A garota teria ainda tentado encerrar o programa, mas o militar afirmou que não sairia até ejacular. Foi quando a prostituta ameaçou chamar a polícia, e este, por sua vez, disse que ela poderia acionar os agentes, pois ele era um policial também.Após a discussão, o homem tentou ainda sair do local, mas foi impedido por outra garota de programa que se envolveu no caso e acabou sendo agredida pelo militar. 

Uma equipe de policiais militares foi acionada e, após as vítimas relatarem o ocorrido, o homem foi levado até a Delegacia de Defesa da Mulher, onde o policial foi detido e acusado em flagrante por estupro e lesão corporal. Além disso, um processo administrativo também foi instaurado.

Na delegacia, a oficial responsável pelo caso explicou que o homem não poderia ter forçado a situação com a qual a mulher não concordava, mesmo que ela fosse uma garota de programa. O PM foi conduzido para o presídio militar Romão Gomes, em São Paulo, e sua arma foi recolhida. 

Arma ilegal

Durante a ocorrência, os agentes flagraram ainda uma pistola calibre 380, com seis munições, no carro do trio, um Honda Civic. Aos oficiais, um homem confessou ser um atirador esportivo e disse que a arma era dele, porém este não possuía permissão para porte de arma e foi autuado em flagrante e depois liberado, após pagar fiança de R$1.150,00. 

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