Morre Zuíno, ponta “infernal” do maior ataque da história do Botafogo

Jogador chegou a Ribeirão em 1959 e jogou no Pantera até 1964; clube decreta luto de três dias

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Morreu, nesta terça-feira (17), em Goiânia, em decorrência de um infarto, o ex-jogador do Botafogo Futebol Clube Jesuíno Alberto de Almeida, o Zuíno. O corpo do ex-atleta será enterrado hoje na capital de Goiás.

O Botafogo decretou luto oficial de três dias pela morte do ex-jogador. Pai de duas filhas e natural de Caculé (BA), ele tinha 81 anos e jogou na equipe de Ribeirão Preto de 1959 a 1964. Zuíno integrou o que muitos consideram o melhor ataque da história do Pantera ao lado de Laerte, Antoninho, Henrique Sales e Geo.

“Foi uma pessoa muito especial e um jogador fantástico. É uma grande perda para o futebol e para as pessoas que conviveram com ele”, lamentou Henrique Sales.

Ponta hábil e muito rápido, teve passagens também por Atlético Goianiense e América do Rio de Janeiro. Encerrou a carreira em 1969 e depois foi treinador do Dragão Goiano, conquistando, logo em seu primeiro ano, o título de campeão estadual.

Ídolo em Goiás, exerceu, ainda, funções administrativas na equipe goiana até o ano de 1992, quando se aposentou do futebol.

Confira o papo entre Henrique Sales (esq), Zuíno (centro) e Antoninho (à dir)

Imagens: Igor Ramos

Confira o reencontro entre Antoninho, Zuíno e Henrique Sales

Imagens: Igor Ramos