Justiça italiana confirma condenação de Robinho a nove anos de prisão por estupro coletivo

Jogador é culpado por ter participado de violência sexual cometida contra albansesa

Robinho, atacante do Santos, foi condenado por estupro - Foto: Divulgação
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A corte de apelação da Justiça italiana confirmou, nesta quinta-feira (10), a condenação em segunda instância do jogador de futebol Robinho e de seu amigo Ricardo Falco a nove anos de prisão por estupro coletivo de uma jovem albanesa na madrugada de 22 a 23 de janeiro de 2013, numa boate de Milão chamada Sio Café. Na época, o brasileiro atuava pelo Milan.

Independentemente do resultado, Robinho continua em liberdade porque as duas partes ainda podem recorrer ao julgamento em terceiro grau, que pode levar alguns meses para ocorrer.

“[Foi] Uma investigação bem feita, de modo sério, com uma sentença de primeiro grau correta. Profissionalmente, estou muito satisfeito, principalmente pela vítima”, disse Cuno Tarfusser, procurador do Ministério Público que atuou no caso em segunda instância.

A repercussão negativa sobre o caso de estupro fez com que Robinho tivesse a contratação cancelada pelo Santos em outubro.

Pouco caso

De acordo com a sentença de primeira instância e agora confirmada em segunda, Robinho, Falco e outros quatro brasileiros participaram do estupro coletivo no Sio Café. Naquela noite, a vítima comemorava seu aniversário de 23 anos.

Recentemente, Robinho teve trechos de conversas vazadas nas quais chegava a rir da vítima. “Estou rindo porque não estou nem aí, a mulher estava completamente bêbada, não sabe nem o que aconteceu”, escreveu o jogador em uma das conversas, que foram anexadas ao processo.

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