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PT, saudações

O PT TUPINIQUIM VAI CONHECER AGORA O PREÇO exato da submissão. Durante anos, os Trabalhadores caipiras nada mais fizeram do que seguir cegamente as ordens do ex-prefeito e ex-super ministro Antônio Palocci. Depois que ele foi transportado para o nada seleto time dos dedos-duros, o PT anda não se recompôs do golpe e continua sem caminho. É uma casa de liderados sem líder. O PT terá que se reinventar.

PALOCCI TRATAVA SEUS QUASE IGUAIS COM VISÍVEL mão-de-ferro. Era o primeiro a falar e o último a ouvir. Interferia em votações internas, elegia o comando do Diretório e impunha vontades pessoais. As decisões – ainda que à distância – eram todas feitas e conduzidas por ele. A obediência cega era plena e total. Essa dependência torrou os miolos de muita gente do partido. Desaprenderam a raciocinar.

NA SEQUÊNCIA VEIO A ONDA BOLSONARO, QUE AJUDOU a mergulhar o partido ainda mais no caos político, perdendo público e seguidores. Lógico que o foco em questão, aqui, é o universo tupiniquim. O PT nacional sofre de outras perdas e lamentos. O quadro sofre alterações de regiões para regiões. Mas fiquemos em solo caipira. O PT tornou-se fraca figuração onde já brilhou com forte protagonismo. Importantes nomes abandonaram o barco, outros foram ‘inventados’ e não surtiram efeitos. Alguns foram ‘tentados’ e mal se encontraram. Os resultados têm sido pífios e próximos do ridículo.

NESSAS HORAS, PORÉM, É QUE SURGEM AS MUDANÇAS necessárias. E o PT caipira de hoje – alimentado por raras lideranças de sempre – anuncia a redescoberta da pólvora. Os olhares do partido voltam-se para o futuro, visando as eleições domésticas de 2.020. Internamente, discute nomes, oportunidades e fala em novos comandos e nova orientação. Não é tão simples assim libertar-se das verdadeiras amarras de um palocismo ainda tão presente. Haverá embate interno.

SUA PRINCIPAL ESTRELA, O VEREADOR JORGE PARADA, por exemplo, teve que ouvir desabados cruéis em uma sessão interna. Foi chamado de “tucano fora do ninho”. Fez o que mais sabe diante de situações imprecisas: calou-se. A anunciação do Promotor Público Alberto Machado como candidato a prefeito também provocou indignações, ao contrário de unificar ou pacificar a unidade partidária. Há quem o trate como forasteiro. Ele, aliás, não foi ainda inquirido ou exposto aos correligionários.

DOIS OUTROS PRETENDENTES PROMETEM LEVÁ-LO a uma ruidosa sessão plenária. Um deles é o cabeleireiro Nélio Figueiredo, com chances mais reduzidas; e outro é o advogado Jorge Roque, que concorreu à deputado nas últimas eleições. Ambos têm tradição e histórico partidário. Minimamente querem saber porque correm o sério risco de serem simplesmente excluídos processo sucessório. PT saudações…

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José Fernando Chiavenato
Jornalista e escritor