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Sartre é a melhor farsa que conhecemos

PAULO SARTRE NÃO EXISTE. Não é Fake, mas é um biombo que nos separa do que é verdade do que é mentirosamente ilógico e ‘desverdade’. Sartre, por trás de uma máscara virtual, aponta cenas e ações que nos provocam ‘desvontade’. Desverdade e desvontade – por conta de linguísticos – são palavras que não constam de nossos dicionários. Uma pena. Serviriam para identificar e desmascarar falsos líderes e ilusórios políticos. Cabe a nós, jornalistas, falsos informantes da realidade, duvidar de sua existência. O Sartre caboclo e brasileiro, está mais vivo do que nunca. Confira na internet.

DEVER SER, ATUALMENTE, O NOME mais seguido e atualizado nas mais diversas plataformas desenhadas pela informática. Desconfio de quem seja. O Planalto tupiniquim também. Mas não há conclusões aparentes. Tanto pode ser um engenheiro aposentado, como um político desiludido, como um advogado desocupado ou mesmo um cidadão sem título ou aspiração. Mas é alguém que se mantém atualizado e, sobretudo, muito bem informado. Algumas de minhas colunas, e confesso sem nenhum vestígio de pudor, foram ditadas por ele.

PAULO SARTRE NÃO TEM NADA DE francês. Nem mesmo a consorte, suponho. É alguém ligado em tempo total na política tupiniquim. Para desespero de nossos governantes, acompanha cada palmo da plataforma caipira, decorando números de leis e decretos e jamais se esquecendo de promessas de campanhas. Isso gera terror entre os entronados do Poder e apavoramento no time logo mais abaixo. Ótimo que seja assim. Graças a ele, boa parte de coleguinhas jornalistas mantém em dia a postura de cobranças e satisfações. Raros, no entanto, seguem adiante.

ESSA COLUNA ESCREVE NO SINGULAR. É pessoal e intransferível, o que contradiz a lógica do ABC da comunicação. Nossos mestres nos ensinam que é preciso ser impessoal e praticamente ausente nos textos. Não é o meu caso. Já afirmei aqui mesmo que não pratico jornalismo, sou apenas jornalista. As palavras são pessoais e intransmissíveis. Daí me dou o direito de opinar e dar credibilidade à quem julgo que a mereça, sem ouvir lado nenhum. Esse texto é claro, lógico, autoritário e direto. Sem indiretas ou subterfúgios.

O RESUMO DA ÓPERA É suficientemente claro. Paulo Sartre não é jornalista de ofício, mas é o melhor comunicador da pobre e quase descrente mídia caipira. Sei dele muito menos do que gostaria. Um bom apreciador de comidas atlânticas e um bom tomador de vinhos lusitanos. Já é mais do que o naturalmente recomendável. Espero apenas que eu mesmo continue merecendo sua confiança e atenção – assim como da LP – (os bons comunicadores entenderão) – para desfrutar de tanta boa informação. Capaz o suficiente de preencher de esse espaço com firmeza e credibilidade.

HOJE É DIA DE AGRADECIMENTO. Só mesmo quem sofre de deficiência de caráter ou ignora o quanto é valiosa a informação pura e imaculada não irá entender o que escrevo. Como disse um pouco antes, jornalismo é uma coisa, ser jornalista é outra. Prefiro ser.

José Fernando Chiavenato
Jornalista e escritor