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Chega de ouvir, basta de falar

IMBECÍS DESMIOLADOS E IDIOTAS apalermados ganharam o direito de berrar aberrações nas páginas sociais. Pois que que gritem à vontade. Isso não representa que temos a obrigação de ouvi-los ou fiscaliza-los. A falta de senso do ridículo já lhe basta como castigo individual. Expõem-se forma gratuita e desonradamente. Obedecem de forma cega e estúpida as malvadezas de um falso mito. Pelo olhar da antropologia são nossos melhores representantes da classe média. As Danuzas caipiras, que se espantam ao ver o porteiro do prédio ondem moram passeando pelas ruas de Niviórqui.

MAL PERCEBEM QUE JÁ NADA representam. São apenas manobras de uma política rasteira e odiosa. Transformaram o ódio petista em justificativa de apoio a um genocida, ladrão e descompensado. Triste, mas é realidade. Conheço-os pelo faro de perdigueiro vagabundo que sempre fui. Pouco importa. Esta nada humilde coluna de hoje não é, necessariamente, para falar deles. Quero me referir aos odiosos da mesma classe média e de tantas outras inúteis figuras que compõem os miseráveis que ainda desfilam com roupas e bolsas ‘falsificadas’ que lhes emprestam o falso passaporte de classe média.

O GOVERNADOR JOÃO DÓRIA, por exemplo, à quem não morro e nem respiro de amores, foi o primeiro e quase único político a se preocupar com a vacinação do povo brasileiro. Importou imunizantes chineses e fez convênios para produzir aqui mesmo vacinas contra o coronavírus. Foram as primeiras doses distribuídas de norte a sul. Até mesmo pelo governo incompetente e mal-intencionado de Bolsonaro. Neste final de semana Dória fez festa político aqui por Ribeirão Preto. Trouxe os bajuladores de sempre; além de suportar os habituais puxa-sacos caipiras.

UM CONHECIDO COMERCIANTE de mangas curtas e musculaturas expostas fez questão de registrá-los à distância. O mesmo que, de forma sempre destemperada e inútil, destratou fiscais e tentou manter aberto seu comércio durante um curto período de lockdown. O mesmo, aliás, que se insurgiu agressivamente contra fiscais sanitários que tentavam fechar bares durante madrugadas impróprias. O mesmo, em outro aliás, que se vale do físico sarado para intimidar pensamentos contrários. Insano e sem argumentos, acusou Dória de genocida e outros impropérios. Sem comentários.

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José Fernando Chiavenato
Jornalista e escritor